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Posts Tagged ‘Cosmética’

Quando fiquei sabendo da iniciativa da Spa Week...Espera. Você não sabe o que foi  Spa Week? Tsc, tsc…não leu o post da Paulinha? Vai então e depois volta! Enfim, quando fiquei sabendo, minha primeira reação foi: “Nãooooo, isso é mentira, tá na cara!”, mas para minha alegria não era. Aí quando fui ler mais a respeito vi que a intenção era fazer as pessoas experimentarem os tratamentos a preços mais módicos para depois retornarem, a minha segunda reação foi “Ihhhh, isso não vai dar certo nunca!”. Mais uma vez, errada! Este sábado foi a minha primeira visita ao spa e saí de lá mais que convencida a voltar.

Vamos à minha aventura sensorial!
Quando entrei no site e vi que o Buddha Spa ia participar já peguei o telefone na hora para agendar meu tratamento. Sempre passei na frente da unidade do Ibirapuera e morria de vontade de saber como era. No site do evento eram 3 as opções de tratamento. A princípio ia escolher a mais longa, mas quando li a descrição tinha algo como “mesclando toques suaves e profundos com alongamentos e trações de Yôga”. Exercício? Não, obrigada! Não no meu tratamento de Spa…A escolha ficou então pela Massagem Relaxante (sim, essa é a palavra!) Kenzoki, feita com produtos Kenzoki Paris, linha de cosmético da grife Kenzo (sim, a mesma dos perfumes). Marquei antes mesmo de o evento começar e essa foi a sorte. Dei uma de presente para minha mãe e quando fui tentar marcar um para minha cunhada, a pedido do meu irmão, dias depois, já não tinha mais nenhum horário.

Chegando lá, eles nos pedem trocar nosso sapato por um chinelinho tão confortável que eu quase esqueci de tirar para ir embora e para preencher uma ficha com dados básicos e também de saúde. Hummm, gostei da preocupação, mostra muito profissionalismo. Depois minha terapeuta veio se apresentar assim como o da minha mãe, que pegou o único terapeuta homem do lugar, o que mais tarde gerou boas risadas! Mas profissional total galera, nem se empolguem!

O Spa já dá uma ótima sensação desde a espera.
Bonito, desde a espera.


Na sala, Vanessa, minha terapeuta, pediu para eu trocar minhas roupas pela toalha que estava na maca e chamá-la. O tratamento começou com um escalda-pés (que eles não chamam assim né? Lá é chique e provavelmente chama “pequena piscina de pés”, sei lá, eles não falaram…) e com uma massagem nos ombros.

Ao vivo a sala é mais bonita e aconchegante.

Já deitada na maca, a massagem realmente é feita no corpo todo e enquanto a terapeuta trata de uma área, as outras são preparadas com uma bolsa de água quente. Tudo com óleos especiais que são super cheirosos, sem enjoar. Costas, pernas, mãos, pés, rosto, barriga…o tratamento realmente é completo e parece levar muito mais que 50 minutos. No final, é aplicado no rosto um demaquilante, um tonificante e um protetor solar. Então a terapeuta avisa calmamente sobre o final da sessão e deixa você a vontade para se trocar. De volta à sala espera foi oferecido um chá e também um tour pelo spa, para conhecer as outras instalações. Lindo. Todos os detalhes trazem a risca a temática indiana, mas sem cair no excesso. Afinal lá é um local para relaxar e não para ser bombardeado por informações visuais.

Essa foto esticada foi a única que eu achei do jardim…

Todas as salas possuem nomes indianos e o ôfuro tem vista para o parque do Ibirapuera. Uma sala é especial para tratamentos em casais, muito bonita. Uma bela varanda, de frente para um jardim de inverno com um espelho d’água acomoda as refeições de quem faz o Day Spa e passa de 3 a 7 horas lá. Tudo muito bonito, muito limpo, muito bem decorado e estruturado. Também existe uma sala bem equipada de Pilates. Na hora de pagar me informei sobre os valores dos tratamentos fora da Spa Week (que era o preço único de R$60,00) e me surpreendi. O ótimo tratamento que eu havia acabado de fazer custa na realidade R$80,00, preço que depois de experimentar eu pago sem problemas. Como diz minha mãe, naquelas cadeiras de shopping uma hora de massagem somente, em parte do corpo, custa R$ 50,00 (e como digo eu: além disso, você fica “pagando cofre” para o shopping todo).

Além disso, ganhamos cupons com desconto de 15% quando retornarmos ou R$60,00 para o Day Spa que custa de R$300 e alguma coisa a R$600 e alguma coisa (não me lembro o valor exato) de acordo com o tempo escolhido. A minha conclusão foi que, para eles, participar do Spa Week valeu muito a pena. Antes, me sentia intimidada de ir a um lugar assim e, através do evento, vi que não está tão fora da minha realidade e que vale o investimento. Se todos os Spas ofereceram um custo/benefício tão bom quando o Buddha Spa, a Spa Week deve ter sido um sucesso e atingido seu objetivo de espalhar esse novo hábito na vida dos Paulistanos. Eu, pelo menos, voltarei ao Buddha Spa assim que for possível. O tratamento é ótimo, o lugar é muito bonito, as pessoas atenciosas e o valor justo. Meu único porém foi não aceitar Master: somente dinheiro, cheque ou Visa Débito podem te comprar uma passagem para o Nirvana…ou pelo menos o mais perto que você chega disso, vivendo em São Paulo.


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Semana passada, o queridíssimo do Daniel pediu para comentarmos sobre o comercial do Boticário “Cuide-se bem”. Vou atender o pedido do Dani e vou além. Esse ano O Boticário lançou, pelo que puder recordar, 5 comerciais de TV e todos são bem legais e merecem comentários.

1. Prédio

O primeiro, que lança o conceito Acredite na Beleza tem uma narrativa interessante e para mim, a referência ao antigo e genial comercial do Axe, é bem clara, já que o atributo do produto passa de pessoa para pessoa. Mesmo assim ele é tão simpático que vale uma menção honrosa.

Para constar, acho que o batom vermelho ficou demais para a delicadeza da atriz. Mas, cada um, cada um…

2. Guarda-Chuva

Esse segundo não é exatamente inovador. Na minha opinião ele também faz uma forte referência à receita vencedora já utilizada por comerciais como “Fun Anyone” da Sony, para o Playsation 2, e o “Bouncy Balls” da Sony Bravia. Além do mesmo cliente, a Sony, ambos usam dois elementos em comum: o cenário urbano e o exagero. Enquanto no primeiro, uma multidão de pessoas faz uma montanha humana impressionante, no segundo, milhões de bola coloridas tomam as ruas de São Francisco Montevidéu, no Uruguai. (Nosso leitor Robert nos deu esse toque. Adorei saber que foi gravado aqui na América do Sul! Desculpem pela suposição errada.) Os dois foram muito premiados e chamaram muito a atenção. O do Boticário une o que mais caracteriza cada um: uma multidão se reúne nas ruas ao sinal de uma chuva iminente. Quando a água começa a cair, todos abrem guarda-chuvas coloridos, pintando a paisagem antes cinza. O que eu achei legal, foi principalmente a música, que dá o tom do comercial. Ver a chuva como uma oportunidade de criar beleza, também fez a diferença. Um símbolo de melancolia foi transformado em um motivo de alegria para todas aquelas pessoas que vão às ruas esperando os primeiros pingos.

3. Beijo Explosivo

Já o comercial de dia dos namorados, foi uma peça a parte. De forma muito simples e engraçada, o roteiro mostra através de analogias à intensidade dos beijos dados ao longo do relacionamento, algo que para nós mulheres faz toda a diferença: a empolgação de um relacionamento que está o começo. Não teve uma amiga que namorou muito tempo o mesmo cara que um belo dia não virou para mim e disse “Não tem nada errado…só não é mais como era no começo”, como forma de explicar os motivos pelos quais estava descontente com a relação.

Se o produto quebra a rotina a ponto de mudar o relacionamento, eu não sei. Mas o comercial foi perfeito.

4. Dia dos Pais

Esse comercial, tenho que admitir, fez cair umas lágrimas relutantes dos meus olhos críticos e publicitários. A maneira como foi mostrado o fato de o pai sempre ver sua filha como uma menina é muito bonita. Em datas comerciais como dia dos pais e dia das mães é muito difícil se sobressair, mas esse comercial cumpriu com louvor a tarefa. É lindo e não requer maiores explicações.

5. Cuide-se Bem

E finalmente, o pedido atendido. Confesso que não havia visto esse comercial ainda. Minha impressão é que ele pode ser bem polêmico. Parece dizer que a mulher que hoje reclama da falta de tempo é a única responsável por isso, quando, lá trás pediu direitos iguais. Quase dá o tom que estamos sendo punidas por isso. O início do texto mexe com meus brios feministas que gritam “Os homens sempre trabalharam e nem por isso deixam de ter seu tempo para os amigos, o futebol, a cervejinha…” Mas a realidade é que sim, nós perdemos o tempo para nós mesmas. Isso é fato. O que o Boticário quer vender é que ele apoia nossa escolha de vida e que nos ajuda a, ainda sim, cuidar de nós mesmas, com produtos que cabem na nossa correria. De qualquer forma, acho que a narrativa tem ruídos. Não consigo deixar de suspeitar que foi um homem quem escreveu isso. Não sei se uma mulher diria que está “pagando” por algo que ela mesma lutou para conseguir. Afinal, para nós, o ideal é buscar a igualdade não só na profissão, mas também no tempo para nós mesmas. Resumindo, também merecemos nossa cervejinha!

O próprio Boticário tem um canal no YouTube onde estão esses 5 comerciais. Nos comentários feitos para este último fica claro que ele está sim, gerando polêmica. Aliás, fica a dica para visitar o canal pois, além dos comerciais, também é possível achar vídeos com reportagens, dicas e informações sobre linhas de produtos. Uma mídia muito interessante, que cresce muito e que está sendo bem trabalhada pelo Boticário.

Resumindo, de forma geral, o mérito do Boticário foi conseguir a atenção com esses comerciais, mesmo tendo como concorrente a Natura, empresa que, na minha opinião, possui uma das marcas mais bem trabalhadas do Brasil. E não é para menos. Assinada pela agência AlmapBBDO, pautada em uma pesquisa com mais de 2 mil consumidores, a campanha vai custar no total R$ 31 milhões, a maior campanha institucional da história da marca. Infomações que encontrei aqui.

E você, acredita no poder transformador da beleza?

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Velha aos 25?

No ano passado a Natura lançou um creme anti-sinais para mulheres a partir de 25 anos. Oi? Rugas com 25 anos? Pois é! O pior é que desde a primeira vez que vi o comercial eu decidi que quando fizer 25 anos, vou começar a comprar o produto. Paranóia? Não. Tendência! O meu pensamento foi o bom e velho “melhor prevenir, que remediar.” Oras, se eu começar a cuidar da minha pele agora, vou ter muito menos trabalho quando for mais velha. O que é melhor? Impedir que as rugas apareçam de forma severa, ou tentar fazê-las desaparecer magicamente mais tarde? E, convenhamos, hoje todas falamos “Nem me preocupo com isso! Acho feio mulher que não quer aparentar a idade que tem”. Mas aposto que quando as primeiras rugas aparecerem vamos todas correr atrás da revendedoras de produto de catálogo dos nossos salões de cabelereiro ou escritórios.

O fato é que semana passada esse produto foi citado na minha aula de pós-graduação. Uma das meninas, como eu, se identificou com o comercial e se tornou consumidora. Um dos colegas, que trabalha na Natura, desvendou o mistério. Não, não somos só eu e minha colega de pós que nos preocupamos precocemente (?) com os sinais da idade. A Natura percebeu, através de pesquisa, que muitas mulheres dessa faixa etária já usava creme anti-idade, mas como o 30+ era o primeiro da linha, era esse que elas usavam. Perceberam que esse público buscava algo para ajudar na prevenção e assim lançaram o 25+. (Para vocês, eu não sei, mas para mim o site não carregou) Nada como parar para estudar o comportamento de compra do público, não? Fácil assim, acharam um nicho.

Fui rever o comercial e, além de trazer um produto que o público pede, ele fala direitinho com o nosso momento na vida. Momento de tomar decisões importantíssimas, mas que se pararmos para pensar, ainda não são definitivas. Trocar de emprego ou de profissão? Morar sozinha ou dividir aluguel?

Não sei ainda…mas o Natura Chronos 25+ já está na minha lista de compras.

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Toda a delicadeza do cecê

Fazer comercial para desodorante já é um desafio por si só. Não dá para vender somente fragrância, pois não é um perfume, mas também não dá para vender somente que o produto vai te evitar o constragimento daquele cheirinho “agradável” conhecido como cecê, pois isso seria de total mal gosto. Desodorante spray é uma coisa interessante. Cheira bem, mas as pessoas não querem sair cheirando desodorante por aí. Eu mesma já passei pela situação constrangedora de alguém me falar:

– Como você está cheirosa!! O que você está usando?

– É, hummm…(silêncio constrangedor)…desodorante.

Chato. Seria bem mais tranquilo falar “um perfume francês carééésimo chamado Dezorranté”, mas mamãe me ensinou que mentira tem perna curta. Então vemos sempre a mesma coisa. Palavras-chave como proteção, segurança, dia todo, frescor…No meio desse emaranhado de comerciais de desodorantes todos iguais, a  Rexona inova, lançando uma peça extremamente delicada e perfeitamente ligada ao nome do produto.

O comercial do Rexona Naturals tem uma direção de arte linda, com árvores usando vestidos longos e uma chamada direta e redonda: “Faz parte da Natureza transpirar, faz parte de Rexona te proteger.” Pronto. Em 30 segundos, duas tomadas, uma chamada e uma música, passam de forma exata o conceito do produto. A maneira como os vestidos servem nas árvores e a delicadeza com que o suor é mostrado é não só muito criativa, como muito bonita. Nunca imaginei que alguém conseguisse tratar o cecê de forma tão bela.

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Sete Vermelhos Capitais

Preciso assumir que a nova campanha da Risqué me chamou muita atenção. Não só pelo jeito ousado na assinatura das peças, mas também as cores e o mote usado.

SETE VERMELHOS CAPITAIS.

É fato que pecados capitais é um tema decorrente na publicidade,  já foi abordado de diversas formas e jeitos, mas onde a Risqué acertou mesmo, foi no nome dos esmaltes. Eu adorei!

Toque de Ira, Preguicinha, Santa Gula, Pura Luxúria, Doce Orgulho, Possessão Rosa e Inveja Boa.

Toque de Ira, Preguicinha, Santa Gula, Pura Luxúria, Doce Orgulho, Possessão Rosa e Inveja Boa.

Além dos nomes criativos, as cores também foram bem escolhidas e Mariana Ximenes faz o papel da sedutora. Atriz presente nas campanhas da Risqué, ora fazendo moça boazinha, com os esmaltes claros e agora assume o papel de pecadora mesmo! Por que não há como negar que unha vermelha instiga sim todas as sensações masculinas e femininas do pecado.

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A campanha está com força na mídia impressa, tv e no rádio.

Por seu um mercado diferenciado, onde o importante é criar a necessidade de compra na consumidora, que é quem exibe o produto e ao mesmo tempo é quem incentiva à efetivação da compra pela manicure, inovar sempre é importante. Mesmo que muitas vezes, os tons do inverno serem sempre vermelhos pareça repetitivo, algum diferencial deve ser evidenciado; e nesse caso os nomes foram o grande destaque. A edição é limitada e segundo minha manicure, já estão bem difíceis de serem encontrados.

As outras peças da campanha podem ser vistas aqui.

Aproveitando o mote que estou falando de unha, vou contar outra novidade que achei bem legal. Bolsa de mulher é um baú sem fundo, tem de tudo um pouco e com esse novo lançamento teremos sim, mais um acessório obrigatório em nossas companheiras a tira colo. Paninhos umedecidos já possuem diversas funções: tirar oleosidade da pele, tirar maquiagem, higiene íntima e etc…A Océane Paris lançou mais uma função para os lenços umedecidos:

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Removedores de esmalte, por que não tem coisa pior do que unhas descascando à Km de distância de uma acetona. Além de hidratar as unhas ainda tem cheirinho de baunilha…O preço é acessível e o produto bem prático.

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O clássico dos clássicos.

Já não é nenhuma grande novidade, mas é impossível tocar no assunto publicidade para mulheres sem comentar o clássico dos clássicos: a campanha pela real beleza de Dove.

Pela primeira vez um anunciante aceitou colocar mulheres de verdade estampando seus anúncios. Baixinhas, altinhas, gordinhas, magricelas, sardentas não estavam ali para nenhum antes e depois. Elas estavam ali para afirmar que se amam. Que são como nós e que nós somo lindas. A beleza das fotos e a alegria de cada modelo, que se mostra perfeitamente a vontade em posar de biquini criou uma simpatia instantânea entre nós consumidoras. E não era qualquer biquini…era um biquini branco.

O anúncio defende que o produto foi testado em curvas de verdade.

O anúncio defende que o produto foi testado em curvas de verdade.

Na minha opinião, o ponto chave da comunicação é que a campanha chegou com um dircurso diferente. Ao invés de prometer mudar as mulheres (o que já parte do pressuposto de que a mulher precisa de melhoras) o discurso diz: Dove acredita que é possível mudar a maneira como as meninas e as mulheres se sentem. Ou seja, Dove não quer mudar as mulheres, mas sim a maneira como essas mulheres se veem.

Aí está a chave para a felicidade feminina. Produto nenhum consegue fazer você virar uma modelo de revista. Mas que tal ter a auto-estima de uma modelo de revista? O velho bordão já diz: quando você se sente melhor consigo mesma, todo mundo te acha mais bonita.

A campanha da Dove não foi um tremendo sucesso por criar um conceito inovador. Ela simplesmente conseguiu ouvir o que as mulheres pediam há tempos: ver a si mesmas nas revistas e canais de TV.  Todos os concorrentes (que gastam fortunas na contratação de top models) devem ter se feito uma simples pergunta: como eu não pensei nisso antes?

Assim como as imagens, o texto também foi pensado em detalhes para ser delicado e alto astral.

Assim como as imagens, o texto também foi pensado em detalhes para ser delicado e alto astral.

No site da campanha descobri que além de seus belo anúncios, a Dove tem promovido fóruns para tentar definir novos padrões de beleza na sociedade atual, pesquisas mundiais sobre o assunto e até um programa para estética e bem-estar na Universidade de Harvard. Vale conferir e, principalmente, apoiar a campanha. Nada contra a Gisele Bündchen, mas já que eu nunca vou ser como ela, ela que não me venha vender produtos de beleza.

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