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Posts Tagged ‘coca-cola x pepsi’

A Ma tinha postado aqui sobre a mais nova da Pepsi no mercado americano, “Summer Time is Pepsi Time”, que parece sentir prazer em provocar sua inimiga número 1. E agora criaram um segundo filme para essa campanha.

 

 

A sacada e idéia são boas, embora não seja nada ético. Mas pelo visto não esta provocando nem cosquinhas na líder!

Beijos e bom fim de semana!

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Olá PessoALL, tudo bem?

Barbie e Suzy, Rute e Raquel, Spears e Aguilera… Inimigas como duas mulheres, Coca Cola e Pepsi assemelham-se a nós quando o assunto é competitividade.

E o catfight continua, minha gente. E nós, claro, adoramos assistir, de camarote.

Confiram a nova da Pepsi.

Acho afrodisíaco quando o anunciante coloca o produto concorrente sem pudores no comercial, hahahaha.

Espero que tenham gostado!

That’s all, Folks!

 

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Olá PessoALL? Tudo bem?

Hoje o post veio cheio de teorias… Aliás, Prof Dirce Scaramai, duvido que senhora vai ler isso, mas dedico a você, ok? (Legenda: a Dirce foi nossa professora de Psicologia na Cásper)

Quem já ouviu falar em Neuromarketing por aí?

Neuromarketing é o campo novo do marketing que em conjunto com a neurociência estuda a essência do comportamento do consumidor. A vertente se propõe a analisar a parte não consciente do cérebro.

A “novidade” surgiu no início dos anos 90, quando estudiosos decidiram utilizar os instrumentos de ressonância magnética para identificar as regiões do cérebro associadas a certos comportamentos e detectar o que as pessoas sentem quando pensam em determinadas marcas e produtos. O neuromarketing foi “oficializado” nos últimos anos devido aos estudos de Ale Smidts, professor holandês que deu o tal nome à corrente.

Muito embora parta de princípios científicos, o neuromarketing apresenta algumas limitações: emoções pessoais e características sócio-culturais podem influenciar determinadas reações.

Um dos casos mais comentados é um dos episódios da guerra Pepsi x Coca. Vamos lá?

Teste cego: Pepsi x Coca-Cola

Em 1975 os executivos da Pepsi decidiram realizar um teste cego nos PDVs norte-americanos, envolvendo o refrigerante de sua empresa e o da principal rival, Coca-Cola.

O resultado: pouco mais da metade preferiu o sabor da Pepsi. Mas quem era a campeã absoluta em vendas? Coca-Cola!

Em 2003 o teste foi repetido e desta vez com o auxílio de médicos e equipamentos de ressonância magnética. Vejam:

1ª etapa: Perguntaram aos participantes da pesquisa qual era a marca cujo sabor era preferido. Resposta: 75% disseram Coca-Cola.

2ª etapa: Realizaram os testes e monitoraram a atividade cerebral dos participantes enquanto eles provavam os refrigerantes. Resultado: Pepsi tinha o melhor sabor.

Conclusão 1: É uma cilada, Bino!

Conclusão 2: Coca-Cola tem o melhor sabor emocional. Pepsi tem o melhor sabor racional.

O que é sabor emocional? É aquele composto por cor, cheiro, logotipo, design, publicidade.

O que é sabor racional? É o que as nossas burras e nada influentes papilas gustativas sentem.

Como eu sei que vocês adoram exemplos práticos, separei mais algumas ocorrências.

Sala VIP da British Airways

Os funcionários borrifam aroma de grama do campo para sugerir um ambiente ao ar livre, em oposição ao claustrofóbico cômodo de uma sala de espera. Resultado: uma experiência de vôo muito mais agradável.

Loja física da M&Ms no EUA

Ambientação baseada nos 5 sentidos: Tato, Olfato, Paladar, Audição e Visão.

Ketchup EZ Squirt Blastin Green

A mudança de cor dos frascos provocou um estouro de vendas (aproximadamente 10mm de frascos vendidos em 7 meses)

Agora o melhor exemplo:

Sopa Campbell’s e seu novo rótulo.

Estudos em neuromarketing sinalizaram que a embalagem deveria ser modificada para estimular a venda do produto nos PDVs (Rê, corrija-me se eu estiver errada: no PDV quase não há influência de planejamento na hora de comprar, a decisão é tomada na frente das prateleiras na maioria dos casos).

Vejam o Antes & Depois e as considerações sobre as mudanças logo abaixo.

Ética x Neuromarketing

O advento do Neuromarketing como elemento importante no planejamento de campanhas e ações isoladas tem gerado certa polêmica. Muitos consumidores fervorosos afirmam que utilizar este artifício é na verdade uma técnica de manipulação que visa criar uma geração de consumidores-robôs.

Como todas as técnicas, recursos e estratégias, existem as Melhores e as Piores táticas. Uma vez que estudos em neuromarketing implicam em GRANDES VERBAS, porque o negócio é caro para chuchu, esperamos que as campanhas baseadas na nova ciência venham de grandes marcas. E de grandes marcas, esperamos profissionalismo e respeito. Acredito muito que o Neuromarketing é a bola da vez e pode ser utilizado com eficiência e adequação.

Curiosidades descobertas através de estudos de Neuromarketing:

  • As advertências nos maços de cigarro não são funcionais e tem quem diga que até estimulam o fumo;
  • O sentido que mais se relaciona com branding e etc é a audição. Quando olhamos algo, somente a parte visual do cérebro é ativada. Quando escutamos algo, todas as regiões dos sentidos restantes entram em atividade.
  • Existe uma forte conexão entre Religião e Marcas (as mesmas zonas do cérebro são ativadas);
  • A Harley-Davidson criou um ronco de motor exclusivo para se destacar na mente do consumidor;
  • A Apple, Microsoft e Intel criaram melodias simples e inesquecíveis que tocam no momento de ligar o computador para gerar lembrança de marca;
  • Mercedes-Benz, BMW e Porsche criaram sons para o abrir e fechar de portas, também com a mesma intenção.

Gostou do assunto? Anota a dica:

Buyology: Truth and Lies About Why We Buy – Martin Lindstrom

Espero que tenham gostado!

That’s all, Folks!

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Olá PessoALL! Tudo bem?

Já faz algum tempo que venho tentando postar sobre as publicidades antigas da Coca-Cola. A gigante é famosa por seus esforços sempre muito criativos e impactantes; selecionei algumas boas peças veiculadas desde 1900, mas nenhuma veiculada em terras tupiniquins, pelo que me consta.

É interessante ver que a Coca-Cola era anunciada como algo que curava dores de cabeça, vício em morfina e até impotência. Seria a Coca Cola do passado uma situação de efeito placebo?

Fiz uma compilação de imagens que chamaram a minha atenção, em ordem cronológica.

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Falando ainda de Coca-Cola, vejam abaixo uma imagem que circula por emails. Vale mais que mil palavras.

Espero que tenham gostado.

That’s all, Folks!

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